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07 de fevereiro de 2026

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Ardida como Pimenta: A traição na política rondoniense

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O ex-governador Confúcio Moura foi o alvo das Redes Sociais. Alvo de uma arquitetação política de dentro de seu próprio partido. O médico Confúcio destilou desabafo e ira que tomou conta dos bastidores da política rondoniense. Confúcio Moura certa vez disse-me: “Se desejas o mel, não espante as abelhas”. Passados alguns anos dessa pérola “confucioneira” a essa jornalista, realmente percebo como o mundo gira a ponto de Confúcio Moura ser picada por suas abelhas.

Em um dos artigos que publiquei, alertei ao então governador que sua permanência no MDB seria o mesmo que “jogar água quente em areia”. Confúcio Moura poderia estar tranquilamente no PDT, para o qual foi convidado pelo senador Acir Gurgacz para ser o pré-candidato do partido ao senado. A fidelidade de três décadas no partido de Ulisses Guimarães pesou mais alto e o nobre ex-governador decidiu ficar.

A traição, como extensão da política, é talvez tão antiga quanto o patrimonialismo tupiniquim, esse mesmo que chegou com as caravelas e aqui vingou em solo fértil quando Estado, igreja e a aristocracia selaram um promíscuo pacto nesses Brasis. Em Rondônia não seria diferente e, se tratando de MDB a coisa é mais lá em baixo. No partido de Ulisses, Franco Montoro e Tancredo Neves, a traição de hoje é na cara dura, sem transparência e com visita póstuma ao traído. Pensei que Confúcio (o político dessas terras) fosse mais esperto se tratando dos elementos norteadores da traição em terras de Rondon.

CONTRA O TEMPO

Ciro Gomes corre contra o relógio para ter alianças a anunciar já na convenção do PDT, que oficializará sua candidatura, marcada para sexta-feira. Por ora, o partido não pensa em adiar o encontro caso o vice ainda não esteja definido, nem as alianças asseguradas. O PSB, que faria um indicativo de que caminho tomará em reunião nesta segunda-feira, adiou a decisão sem nova data.

TEMPO AO TEMPO

Embora o calendário conte 83 dias até 7 de outubro, estamos a uma distância bem menor da primeira decisão da eleição – temos 20 dias até 5 de agosto, data final para as convenções partidárias, limite para que as legendas (ao menos em tese) decidam a quem entregarão seu apoio e, com isso, o tempo a que têm direito na propaganda eleitoral.

NA DEFESA

Ciro Gomes, na outra ponta, também precisa de exposição para fazer frente ao esperado crescimento do candidato petista – é razoável imaginar que, qualquer que seja o nome do PT na disputa, não chegará às urnas com apenas 2% (o simples exercício de informar ao entrevistado que Fenando Haddad tem apoio de Lula deve elevar esse patamar a 12%). A Ciro ainda sobra o cuidado de se equilibrar em uma aliança grande sem abrir um flanco para que o lulismo explore, no eleitor de esquerda, o fato de ser apoiado por quem apeou o PT do poder.

DA CASERNA

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) vai formalizar sua candidatura à Presidência no próximo domingo, mas sem definir quem concorrerá como seu vice. O capitão da reserva mantém conversas com o PR, porém praticamente descartou a possibilidade do senador Magno Malta (PR-ES) se tornar seu companheiro de chapa. Se a aliança com o partido não se confirmar, o parlamentar acredita que o general da reserva Augusto Heleno Pereira (PRP) ocupará o posto.

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