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14 de março de 2026

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Antropólogos propõem integração de povos indígenas em debate sobre bioeconomia

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A iniciativa liderada pelos antropólogos indígenas Braulina Baniwa e Francisco Apurinã busca ampliar a participação dos povos originários no debate sobre bioeconomia.

A bioeconomia, embora um conceito recente no Brasil, é uma prática ancestral dos povos originários do país, destacam os antropólogos.

O estudo ‘Bioeconomia indígena: saberes ancestrais e tecnologias sociais’ foi lançado em Brasília e é resultado do trabalho colaborativo entre os antropólogos indígenas Braulina Baniwa e Francisco Apurinã, ou Yumuniry, em parceria com o instituto de pesquisa WRI Brasil.

Braulina explica que a pesquisa foi desenvolvida em conjunto com lideranças indígenas da Amazônia, buscando incorporar a diversidade de entendimento sobre economia entre os povos indígenas, incluindo o conhecimento das mulheres do povo Baniwa. Segundo ela, tudo que é produzido a partir desse conhecimento é considerado parte da ciência indígena.

A antropóloga enfatiza a importância de valorizar e reconhecer a economia dos povos indígenas, destacando a necessidade de superar a ideia de que esses povos apenas participam, e não produzem, para construir uma economia baseada em seus próprios entendimentos e tecnologias sociais.

Por sua vez, Francisco Apurinã destaca a inseparabilidade da bioeconomia indígena de seus territórios, que são constituídos por diversos ecossistemas e protegidos pelos povos indígenas.

Os antropólogos ressaltam que os povos indígenas são os primeiros a perceber as mudanças nos territórios e têm um profundo conhecimento sobre sustentabilidade, que deve ser aproveitado pela sociedade como um todo.

O estudo conclui que é fundamental dar espaço e importância aos povos indígenas no debate sobre bioeconomia, pois seu conhecimento ancestral contribui para o manejo sustentável da natureza e a garantia do bem-estar coletivo.

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