Lançado em 1997, o filme ‘Anaconda’ conquistou o público com suspense e uma trama envolvendo uma cobra gigante na Amazônia. Apesar de reforçar uma visão exagerada da floresta, a produção original – e agora retomada com um novo filme em 2025 – toca em pontos cruciais sobre a região.
O enredo acompanha um grupo de documentaristas em busca de uma tribo indígena isolada, que acaba cruzando o caminho de Paul Sarone e se tornando alvo de uma anaconda colossal.
Mais do que uma aventura de terror, ‘Anaconda’ consegue mostrar, mesmo que de forma ficcional, verdades fundamentais sobre a Amazônia: sua imensidão e complexidade, a riqueza da biodiversidade e os impactos da exploração predatória. O Portal Amazônia revisitou o filme original e listou essas verdades.
Imensidão da Floresta: A narrativa destaca que a Amazônia não é um espaço simples de controlar. Os personagens se perdem, enfrentam dificuldades de locomoção e dependem dos rios – uma realidade presente na região, onde os rios são as principais vias de transporte.

Biodiversidade Amazônica: O filme, ainda que distorcido, chama a atenção para a vasta diversidade de espécies na Amazônia, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência. A floresta é retratada como lar de animais predadores e espécies essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas.

Exploração Predatória: A figura do caçador obcecado em capturar a cobra representa a exploração histórica da Amazônia, com a extração de recursos naturais como mercadorias. Essa mentalidade se assemelha a práticas reais que ameaçam a floresta, como garimpo ilegal, desmatamento e tráfico de animais silvestres.

Você sabia que existiu uma cobra maior do que a Anaconda na Amazônia?
Com informações do Portal Amazônia.










