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25 de janeiro de 2026

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Aluguel residencial sobe 9,44% em 2025, acima da inflação; veja as cidades mais caras

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Aluguel sobe forte em 2025 e supera a inflação: confira as cidades onde o valor está mais alto e o que esperar para o futuro

Os novos contratos de aluguéis residenciais ficaram, em média, 9,44% mais caros em 2025, segundo dados do Índice FipeZAP divulgados nesta quinta-feira (15). O aumento, embora menor que os 13,50% registrados em 2024, ainda supera significativamente a inflação oficial do país, que foi de 4,26% no ano.

Com isso, a alta real dos novos aluguéis – descontada a inflação – foi de 4,97%. A economista do Grupo OLX, Paula Reis, explica que esse aumento acima da inflação está ligado ao bom desempenho da economia brasileira, especialmente no mercado de trabalho, que permanece aquecido.

“A depreciação do valor real dos aluguéis, que ocorreu durante a pandemia, já foi compensada. Contudo, a vitalidade da economia e, em particular, o mercado de trabalho, mantiveram o poder aquisitivo da população, viabilizando a continuidade de reajustes superiores à inflação”, diz Paula Reis.

A taxa de desemprego no Brasil atingiu 5,2% no trimestre encerrado em novembro, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. A expectativa é que o cenário de reajustes acima da inflação continue no primeiro semestre de 2026, porém em um ritmo mais lento.

Dois fatores devem contribuir para manter o setor aquecido: o aumento do salário mínimo acima da inflação, que pode aliviar o orçamento das famílias, e as mudanças no Imposto de Renda, que preveem isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês e desconto progressivamente menor para quem recebe até R$ 7.350.

O levantamento do FipeZAP, que acompanha o preço médio de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, revelou que apenas Campo Grande (MS), com recuo de 4,36%, e São José (SC), com redução de 3,10%, registraram queda no preço médio do aluguel. Entre as capitais, Teresina (21,81%), Belém (17,62%), Aracaju (16,73%) e Vitória (15,46%) lideraram as altas.

O preço médio dos novos contratos de aluguel é de R$ 50,98/m² (dados de dezembro). Para um apartamento de 50 metros quadrados, o custo médio é de R$ 2.549, R$ 143 a mais que no ano anterior. Barueri (SP) é a cidade mais cara, com R$ 70,35/m², enquanto Pelotas (RS) apresenta o metro quadrado mais barato, a R$ 22,42.

Com informações do G1

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