Informação é com a gente!

13 de março de 2026

Informação é com a gente!

13 de março de 2026

Aluguel de UTI móvel pode culminar em prisão de Máximo

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

03/03/2026
Publicação legal: Comunicado de retificação de edital pregão eletrônico Nº 90000/2026
03/03/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – IPAM-GAB/IPAM-SCL
23/02/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – Ipam-Gab/Ipam-SCL
09/02/2026
Publicação legal: Pedido de Renovação da Licença de Operação
12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação

Após puxão de orelha, comissionados da Sesau confirmaram que não efetivaram a homologação do contrato 

Durante sessão especial da Comissão de Saúde que foi criada no decreto de calamidade pública para investigar os gastos no combate a pandemia do covid19, o presidente da Casa de Leis Laerte Gomes (PSDB) puxou a orelha dos asseclas de Fernando Máximo sobre uma possível contratação exorbitante. Para o deputado, o valor de R$ 187.973,31 em um aluguel de ambulância é um roubo ao Erário e caso a pasta confirme a contratação, Fernando Máximo poderá ser preso por improbidade administrativa.

O secretário de saúde de Rondônia, Fernando Máximo, alegou ao tucano que sua equipe averiguou os valores do aluguel e confirmou que o preço estava barato, mas, na visão de Laerte Gomes a contratação não passa de um roubo e fez algumas explanações de valores. Após discussão Laerte desabafou e disse que tal empresa que pretendia levar um pouco mais de R$ 3 Milhões dos cofres público, não tem capacidade de atender o governo de Rondônia no combate a pandemia.

Ao encerrar, o presidente da Casa sugeriu à pasta que cancelasse a contratação e que abrisse um novo processo licitatório. O parlamentar também reconheceu sua ignorância no assunto sobre os valores, mas ressaltou que a contratação seja realizada com empresa especializada no ramo — o que não pode é qualquer empresa sem estrutura se aproveitar do decreto de calamidade pública para tentar servir o Estado. Fonte: Mapping

Página inicial / Política / Aluguel de UTI móvel pode culminar em prisão de Máximo