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06 de fevereiro de 2026

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Adaílton Fúria critica descaso com professores que atuam em Riozinho

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O deputado Adaílton Fúria (PSD) abordou durante a sessão ordinária de quarta-feira (3), na Assembleia Legislativa, a situação dos professores da Escola Estadual Celso Ferreira, que lecionam em Riozinho e residem em Cacoal, cidade a dez quilômetros do distrito. Diariamente eles fazem o trajeto de ida e volta para trabalhar, mas não têm direito a nenhuma gratificação extra.
O parlamentar disse que a legislação em vigor só contempla, com a gratificação, os trabalhadores que moram em localidades distantes doze quilômetros ou mais da escola. “Por causa de dois quilômetros a menos, os professores não recebem uma remuneração maior, que ajudaria no transporte e outros gastos, ” lamentou.
No entanto, o deputado afirmou que não há parâmetro legal para definição desta distância. Ele observou que o governo se baseia, para não efetuar o pagamento, em placas na estrada, que indicam limites territoriais entre o município e o distrito, no caso entre Cacoal e Riozinho. O correto, no entendimento de Adaílton Fúria, seria um cálculo de todo o percurso, entre a casa do professor e a escola.
No caso específico da escola Celso Ferreira, Adailton narra um quadro ainda mais desalentador. Segundo relatou, os alunos merendam sentados no chão e a escola funciona em tempo integral sem oferecer nenhuma condição básica para manter alunos e professores numa jornada diária desta magnitude. Ele cobra do governo a reparação do que chamou de injustiça para com os professores e a urgente reforma do estabelecimento de ensino.

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