Roubo de US$ 100 milhões: um dos acusados se autodeportou para o Equador e escapou do julgamento nos EUA
Um dos acusados do maior roubo de joias da história dos Estados Unidos, avaliado em US$ 100 milhões (equivalente a R$ 526 milhões), se autodeportou para o Equador para evitar o julgamento, conforme revelam promotores.
Jeson Nelon Presilla Flores solicitou sua saída voluntária dos EUA em dezembro do ano passado e foi permitido pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, conforme documentos da ação judicial. Caso fosse condenado, ele poderia enfrentar até 15 anos de prisão federal. Ao ser acusado, ele se declarou inocente.
O assalto ocorreu em julho de 2022, quando Flores e outros seis suspeitos teriam perseguido um carro-forte até uma área de descanso em uma rodovia rural ao norte de Los Angeles. Lá, eles roubaram milhões em diamantes, esmeraldas, ouro, rubis e relógios de grife.
A ação criminosa chamou a atenção da mídia internacional devido ao valor das joias roubadas e à ousadia dos criminosos. O FBI liderou as investigações, resultando na identificação e acusação dos sete indivíduos envolvidos.
A autodeportação de Flores complica o processo judicial, pois dificulta a sua extradição para os Estados Unidos para enfrentar as acusações. As autoridades americanas ainda não se manifestaram sobre os próximos passos do caso.
A investigação continua em andamento para prender os demais suspeitos e recuperar as joias roubadas. O caso permanece sob investigação do FBI.
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Com informações do G1










