O Acre se destaca como o estado com o menor registro de afastamento por trabalho infantil no Brasil, com apenas um caso identificado em 2025, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) através da Auditoria Fiscal do Trabalho. O objetivo da pesquisa é fortalecer as políticas de combate a essa prática.
Na região Norte, Amapá e Tocantins também apresentam baixos índices, com 7 e 22 casos, respectivamente. Em contrapartida, Roraima (116), Pará (84) e Rondônia (77) lideram o ranking de ocorrências na região.
O levantamento nacional revela o melhor resultado no combate ao trabalho infantil desde 2017, com cerca de 4,3 mil crianças e adolescentes resgatados em 2025. A grande maioria (80%) estava submetida às piores formas de exploração, com riscos à saúde, segurança e desenvolvimento.
Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 830 resgates, seguido por São Paulo (629) e Mato Grosso do Sul (235). O MTE tem atuado de forma integrada, com foco em dados, novas metodologias e fortalecimento das equipes de fiscalização. A consolidação do Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Infantil (GMTI), com uma equipe fixa, também é um avanço importante. [[IMG_1]]
A atuação do GMTI, em parceria com outras políticas públicas, visa o afastamento imediato de crianças e adolescentes do trabalho infantil, garantindo acesso à rede de proteção social e a serviços essenciais.
Com informações do Portal Amazônia.












