MPF alega falta de comunicação e plano de controle do ICMBio; entenda o caso.
O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça para suspender o abate de búfalos invasores em três reservas ambientais de Rondônia. A ação questiona a falta de comunicação prévia do ICMBio sobre o projeto experimental e a ausência do plano de controle exigido judicialmente.
O abate faz parte de uma iniciativa para elaborar um plano de erradicação dos cerca de 5 mil animais selvagens, que causam impactos ambientais significativos, como a extinção de espécies nativas e a alteração de ecossistemas.

Em 2025, o MPF já havia movido uma Ação Civil Pública para obrigar o ICMBio e o Estado de Rondônia a implementar medidas urgentes de controle dos búfalos, além de solicitar uma indenização de R$ 20 milhões por danos morais coletivos, destinados a ações de reflorestamento.
O ICMBio informou que está cumprindo a decisão judicial e que a pesquisa em andamento visa subsidiar a elaboração do plano de erradicação. O objetivo do projeto piloto é testar métodos eficientes, seguros e que causem o menor sofrimento possível aos animais.
A situação afeta diretamente a biodiversidade da região, que abrange a Floresta Amazônica, o Pantanal e o Cerrado, e impacta comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais.
Com informações do Portal Amazônia.










