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30 de agosto de 2025

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A longa e insistente explosão da violência

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Quando o ex-juiz Sérgio Moro assumiu o Ministério da Justiça, o país viu uma mudança no modelo do combate ao crime organizado. Aos usuais confrontos em regiões ocupadas pela criminalidade foram somados esforços para rastrear o dinheiro das facções e os sistemas que as mesmas usam para lavar as fortunas geradas pelo narcotráfico, roubo de carga e outras modalidades de enriquecimento ilícito. Isso foi, indiscutivelmente, um golpe contra o crime.

Mas não foi somente isso que aconteceu nos últimos quatro anos que deixou as máfias tupiniquins enraivecidas. As autoridades de segurança pública tomaram outra medida que deveria ter sido tomada há décadas: desarticulou as lideranças das facções fazendo remanejamento de cabeças, como Marcola e outros, dos presídios onde se encontravam há décadas, para instalações federais de altíssima segurança.

O que vimos foi uma explosão de irritação. Desde 2019 que o PCC vem articulando planos milionários para tentar resgatar seus líderes de presídios em Brasília e até mesmo em Porto Velho. Por competência das autoridades de segurança é que tais planos não vingaram.

Outra reação foi a criação de um sistema de comunicação que facções como o PCC criaram utilizando advogados – o único jeito confiável para trazer e levar mensagens da prisão para o mundo exterior. É de lamentar que tal sistema esteja, apesar das recentes prisões, funcionando.

A verdade é que o crime organizado se expandiu muito em todo o país nos últimos 30 anos e somente durante o atual governo federal foram vistos esforços de fato para complicar as coisas para a criminalidade.

O que vimos acontecer em Porto Velho, nos últimos dias, é um estado das coisas que poderia estar muito pior se não tivesse sido de

senvolvidas as recentes ações contra o crime.

Mas ainda não é o suficiente. A nossa sociedade ainda é cenário para sangrentas disputadas de poder de criminosos que estão matando uns aos outros sem o menor receio de punição. São execuções gravadas em vídeo que circulam as redes sociais com títulos como “traficantes destroçam inimigo a tiros de fuzil”, ou “bandidos arrancam braços, pernas e cabeça de membro de facção rival”. 

A sensação é de que voltamos à Idade Média. E o mais interessante é que não vemos políticos demonstrando preocupação com essa matança. De uma forma genérica afirmam que no Brasil ocorre um genocídio de jovens negros. Mas são mortos por quem? Quem são os genocidas?

Quando paramos para analisar os números das mortes violentas no país, em estatísticas anuais, somos levados a concordar que o grosso dos homicídios são exatamente esses que a sociedade vê nos noticiários e nos vídeos virulentos das redes sociais: execuções, conflitos de facções.

Seria ousado demais dizer que a maioria das quase 50 mil mortes em média que ocorrem anualmente no Brasil seja resultado dos conflitos entre as facções?

Ora, neste final de semana vimos no noticiário cerca de cinco homens que foram executados pelo mesmo casal, girando pela cidade em uma motocicleta. No mesmo período de tempo, um conflito entre facções e polícia no Rio de Janeiro causa o mesmo número de mortes. Vejam bem: duas pessoas em uma moto em menos de 24 horas causaram o mesmo saldo de mortes de um mega confronto.

O que mais chama a atenção da mídia? 

Acho que nem precisamos dizer que estamos ignorando há décadas o quanto de pessoas têm sido mortas pelo crime organizado. E pior: estamos apontando os culpados para o lado errado, como se lideranças políticas e parte da sociedade quisesse negar a responsabilidade dos criminosos por essa estatística que contabiliza para o país mais de um milhão de mortos em apenas 30 anos.

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