Um sargento da Polícia Militar matou, com as próprias mãos, um cão da raça pit bull no final da tarde da terça-feira (31), em Vilhena. O fato aconteceu Rua 8502, no bairro Assossete. O animal, atiçado pelo dono, conforme as denúncias, vinha amedrontando os moradores daquela região e até atacou outro policial. Izaías de Paula, 55 anos, proprietário do animal, foi preso.
De acordo com a Polícia Militar, uma guarnição foi acionada por cidadãos que relataram que Izaias estaria apresentando postura agressiva na rua, atiçando o pitbull contra moradores e pessoas que passavam pela Rua 8502. Izaías teria discutido com outro homem na rua, ameaçando soltar o animal para atacá-lo.
Os policiais cabo Rizo e o sargento Damasceno atenderam à ocorrência, indo até a casa de Izaias para averiguar as denúncias. Na tentativa de dialogar com Izaías, os policiais afirmaram que o homem mostrou-se agressivo, desacatando os policiais. “Vocês têm que me respeitar, porque sou parente de delegado!”, teria gritado Izaías, furioso. O mesmo, de acordo com os policiais, teria afirmado que já teria batido em um tenente e “não tinha medo de ninguém”.
Os policiais relataram, então, que Izaias abriu o portão da casa gritando e falando que iria cortar todos os vizinhos “no terçado”, e que iriam ver “com quem estavam falando”. Neste momento, o cachorro escapou do quintal e atacou o cabo Rizo. Para se defender, o policial disparou sua arma de calibre 12, mas não atingiu o animal. Atacado pelo animal, o policial perdeu o equilíbrio e caiu no chão. O pittbull pulou novamente em seu rosto para mordê-lo.
Foi o sargento Damasceno que, em uma ação rápida, conseguiu agarrar e matar o animal, estrangulando-o com um golpe “mata leão”.
Ao ver o animal morto, Izaíasí ficou ainda mais nervoso e, dizendo que iria matar todo mundo, pegou de um pedaço de pau e tentou agredir os populares que estavam no local. Os policiais para conter o ânimo de Izaias, o algemaram e levaram-no preso.
Ainda, aos policiais, os vizinhos relataram que o dono treinava o animal para o ataque e que o mesmo ficava constantemente solto na rua, representando um risco grande para quem passava e vive nas proximidades. Fonte: Extra de Rondônia










