Julgamento de Katsumi Ikenohuchi segue para o segundo dia na Capital

Por volta das 22h50 de quarta-feira (17), encerrou-se o primeiro dia do julgamento do réu Katsumi Yuji Ikenohuchi Lema, apontado como mandante do assassinato de Chico Pernambuco, ex-prefeito de Candeias do Jamari. A previsão é que a sessão seja retomada nesta quinta-feira as 08h30 na 1º Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho.

O assassinato de Chico Pernambuco ocorreu em março de 2017, na época, era prefeito do município de Candeias do Jamari. Katsumi Ikenohuchi é a sétima pessoa apontada como suspeita do assassinato, outros seis suspeitos já foram julgados e condenados, sendo Talisso Souza de Oliveira, Wellyson da Silva Vieira e Willian Costa Ferreira, julgamento que ocorreu em março de 2018. Já em Junho deste ano ocorreu o segundo julgamento, Marcos Ventura Brito, Henrique Ribeiro de Oliveira e Diego Nagata Conceição. Todos os réus foram acusados de homicídio duplamente qualificado, por participarem da articulação do crime.

Já Katsumi, esteve foragido desde o dia do crime, ele é primo do atual prefeito de Candeias do Jamari, Luis Ikenohuchi, a Polícia Civil confirmou que o atual prefeito de Candeias, também é investigado no caso., sendo assim nesta semana os aparelhos celulares dele e da primeira dama foram apreendidos como parte das investigações.

No primeiro dia de julgamento, o Júri começou ás 08h20, o corpo de jurados composto por seis homens e uma mulher, a família de Chico Pernambuco esteve em frente ao 1° Tribunal do Júri em manifesto pedindo justiça, ao lado do réu esteve presente os advogados de defesa. Nesta quinta-feira (18), será interrogado Katsumi, em seguida haverá o debate entre acusação e defesa, dando prosseguimento, será lida a sentença.

Na quarta-feira (17), a delegada Keity Mota Soares foi ouvida, ela afirmou durante a sessão, que o réu pagou pela execução do ex-prefeito. Explanou ainda que o assassinato aconteceu porque o então prefeito Chico prometeu um cargo público ao Katsumi assim que fosse nomeado, promessa que não foi cumprida. Outras 13 testemunhas foram ouvidas, nove de acusação e cinco de defesa. Fonte: SGC

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