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Núcleo de Ariquemes realiza ações em combate à crueldade contra animais

O Núcleo de Ariquemes da Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO) aderiu, para todo o mês de abril, a campanha ‘Abril Laranja: mês de prevenção da crueldade contra os animais’. Em alusão à proposta, membros do Núcleo adotaram laços comemorativos e instalaram, na sede da DPE local, cartazes que alertam à respeito da iniciativa. A finalidade é de conscientizar a população sobre os cuidados com os animais, sensibilizar a comunidade a respeito da preservação à vida dos bichos e apresentar medidas necessárias para fomentar a defesa do bem-estar animal.
Ainda em Ariquemes, a Defensora Pública Taciana Carvalho, junto à sua assessora e seu estagiário, chegaram a realizar, em frente a um presídio municipal, o resgate de um cachorro, que estava em situação de risco à sua vida. Muito machucado, bem infeccionado, com bicheiras, um forte mau cheiro e extremamente magro, o animal foi salvo pela equipe da Defensoria Pública, que o levou para um grupo de proteção animal que cuidará da recuperação e adoção.

Campanha

“É muito importante impulsionar essa campanha do abril laranja, para lembrar as pessoas que, muitas vezes, os animais são esquecidos. Na verdade, nós, seres humanos, que podemos ter ações e tomar atitudes para ajudar os animais de rua, os que estão sendo maltratados, denunciar maus-tratos, que, inclusive, é crime. Cabe a nós fazermos algo para protege-los, pois são indefesos e precisam da nossa ajuda. Além da causa humana, precisamos lutar, também, pelos animais”, alerta a Defensora Pública Taciana Carvalho.
A presidente da Associação dos Membros da Defensoria Pública de Rondônia (Amdepro), Silmara Borghelot, enfatiza que é essencial sensibilizar a comunidade a respeito da preservação da vida animal. “Precisamos fortalecer as iniciativas em prol dos animais, pois temos o papel de acompanhar ações do gênero e somar esforços no que for melhor para a sociedade. O problema dos animais abandonados é uma questão de extrema relevância para todos nós e até mesmo uma questão de saúde pública”, pontua.